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Quarentena parte I

24 de março de 2020

Nestes dias difíceis que todos vivemos devido ao novo vírus que nos atormenta e que eu nem vou referir o nome, decidi dedicar-me mais à casa. Afinal, a nossa casa é o lugar onde nos refugiamos é ela que nos acolhe. Mantê-la limpa e organizada é uma tarefa que faz parte do dia-a-dia de todas nós, mas quando temos em mente algo que queríamos muito fazer e que nos queixamos de não termos tempo, é hora de fazê-lo agora! Porque não? Isto, com o devido respeito, mas para quem está em casa, a ideia é  mantermos-nos ocupadas em vez de estarmos sempre com o telemóvel na mão a ouvir os media e as notícias constantemente. No meu caso, era mesmo o que estava acontecer...

Neste tempo de quarentena, decidi começar pelo nosso quarto. Janelas abertas, uma música ou um podcast a acompanhar e mãos à obra. Despejei todas gavetas, limpei-as por dentro e voltei a arrumar tudo numa perspectiva mais organizada. Mudei a disposição dos móveis e simplifiquei o quarto o mais possível:

-  Num canto, tenho uma pequena secretaria antiga com uma cadeira onde me posso sentar para escrever ou ler. Sobre a mesma apenas um candeeiro uma moldura e uma vela. 

- Criei um recanto para nos podermos sentar para vestir / despir / calçar e descalçar. Aproveitei e naquela parede pus um banco comprido que encontrei numa adega abandonada e que pintei de branco, junto coloquei um cabide que herdei para pendurar roupa ou casacos.

- Temos o básico no quarto, a cama, uma mesa de cabeceira, cómoda e um pechiché antigo que também herdei e recuperei.

Sendo o quarto um open space e tendo as mobílias brancas o espaço tornou-se mais leve, clean e  arejado. A ideia era mesmo torná-lo num espaço de dormir sem distrações, numa divisão menos cheia e mais minimalista.

Próxima etapa será o quarto de visitas, ou antes o quarto onde estão as nossas roupas, calçado, etc... seria mais chique charma-lhe de closet mas acontece que esta é aquela divisão, onde se larga tudo e desse tudo nada tem de elegante para ser chamado de closet

E vocês o que têm feito nestes dias de quarentena? Querem que continue a partilhar no blog mais alguns registos destes dias ou preferem no Instagram? Contem-me coisas. Vamo-nos manter unidas e voltar escrever? Aguardo os vossos comentários.





Como eu minimizei o meu atelier

14 de fevereiro de 2020



O meu atelier em casa,  tem uma longa história. Começou numa marquise, num apartamento onde moramos em frente ao mar. A segunda experiência foi no nosso sótão, quando nos mudamos para o campo. Entretanto eu há dois anos, resolvi mudar o nosso quarto para o sótão e o atelier desceu outra para um quarto cá em baixo. Tenho a confessar que ter um quarto num sótão é espetacular, em termos de espaço de luz e e de estética. Ao lado temos um outro quarto vazio, que serviria perfeitamente para  um closet, mas foi coisa que nunca me despertou interesse e serve para tudo menos isso, neste momento está atulhado de coisas! Não sei se alguma de vós tem quarto num sótão? Tenho a dizer no nosso caso, que de inverno o espaço é realmente muito frio, mas nada como um aquecedor de gás não resolva; de verão é extremamente quente e o ar condicionado não resolve o problema, porque como é um open space o frio dissipa-se e não se concerta ali, por, isso há que estudar melhor esta questão!

Mas voltando, ao atelier. Creio que o meu tempo de by Deva terminou e já me mentalizei disso. O atelier foi um espaço criativo, onde acumulei imensas coisas relacionadas com o projecto em si, na altura a costura. Nesse mesmo espaço, tinha três mesas, prateleiras, estantes e cestas e caixas cheias de material de costura. Este inverno criei algumas peças (poucas) e acabei por as oferecer a amigas. É claro, que apesar de fazermos as coisas com alguma dedicação e empenho, não deixa de ser frustrante não ter receitas. É como encenar uma peça, para depois representar para uma sala vazia. É triste.

Reflecti e achei que seria a altura certa de fechar este ciclo em 2020; Já que trás sentimentos menos positivos, não creio ser bom insistir e ficar ali presa aquela ideia de que um ideia talvez...  a vida não se rege por incertezas.

Como em as outras vertentes na minha vida, os livros foram sempre um auxilio muito grande para mim. Foi justamente, nesta altura que tomei alguma curiosidade pelo minimalismo! O que neste momento está a trazer muito significado à minha maneira de estar. Todavia, não sou minimalista, nem pretendo me tornar! Acho que o minimalismo é algo muito pessoal e cada um adopta-o à sua medida. Na verdade, num que me interessei por tal, nem tão pouco foi uma descoberta recente, apenas só agora fez sentido para mim. É como comprar aquele livro da moda, e que encostas e o pões de parte, até que um dia o lês de seguida! 

Como eu minimizei o meu atelier

- Primeiro acabei por separar tudo o que queria ficar e o que já não me interessava. 
- dividi essas coisas por sacos: uns para dar, outros para ficar, outras para venda.
- Comprei caixas herméticas para guardar todas as coisas que realmente pretendo guardar 
- ofereci a amigas alguns tecidos e lãs e linhas de crochet (coisa que nunca aprendi a fazer)
- Depois de escolher o que realmente fazia sentido para mim, tratei de organizar tudo dentro de caixas e colocar numa estante. 
- Dei uma vista de olhos em papeis, esquemas que tinha e revistas e deitei ao lixo tudo aquilo que para mim já não fazia sentido.

Basicamente foi isto que fiz e ao fazê-lo apercebi-me da quantidade absurda de coisas que tinha e que continuava a guardar como se fossem intocáveis! As coisas, são meramente coisas. 

O que faz sentido e falta fica o resto deixamos ir. Esta sensação de simplificar o
espaço que ganhei, vejo-a como liberdade. Porém, não quer dizer que não volte a coser.

As primeiras fotografias são as actuais, seguindo para as mais antigas.









Remodelar

7 de novembro de 2018

No final do verão propus-me a um desafio, mudar algumas divisões cá de casa e remodelar alguns dos nossos móveis. Esperei que os dias frescos chegassem e pus mãos à obra! Aos poucos irei mostrar-vos como se pode alterar uma peça de mobiliário menos atraente, num móvel cheio de potencial! Se têm algum daqueles móveis em casa que vos parece um mono, é dar-lhes uma segunda oportunidade.
Lembram-se do armário Ikea vermelho que tinha na cozinha a fazer de dispenseiro? Este aqui em baixo.


Achei francamente, que estava a roubar muito espaço à nossa (minúscula) cozinha, então, aproveitei a  transportadora que veio nos auxiliar com a mudança e lá foi ele parar ao meu atelier, onde de mercearia passou a hospedar tecidos, fitas e linhas. O passo seguinte, foi torná-lo menos agressivo,  para isso, nada como o branco para resolver situações difíceis! Pintei-o lá fora no jardim, já era outono, sob dias de sol e calor. Usei tinta giz branca da "paint chalk". Dei duas e em alguns sítios três demãos para cobrir bem a cor de base, o vermelho. Nas costas do móvel, tinha idealizado um tecido vintage em tons de azul forte, preferencialmente floral, mas não tinha a quantidade suficiente e tive que improvisar. Conclusão, o resultado agradou-me bastante! Na lateral, colei algumas réplicas de  botânica de ilustrações antigas, um toque pessoal para me inspirar!





Fotografia

21 de julho de 2018

Quando viemos morar para esta casa, comprei quatro trepadeiras. Com o passar dos anos elas cresceram tanto que já ultrapassam o telhado! Gosto de abrir uma janela e ver verde e flores a treparem pelas paredes, isso dá-me uma certa nostalgia e inspira-me. É o meu cenário predilecto e  acho-o tão poético! Sou muito feliz por morar no lugar onde vivemos. Faz-me igualmente feliz fotografar. Não sou uma grande fotógrafa, mas quanto mais eu treino, mais eu aprendo. Estou de momento a traçar algo de novo, para vos mostrar nos próximos tempos.

No meu Instagram vou partilhando convosco as minhas fotografias,  as minhas composições, a minha caminhada fotográfica.

Espero que gostem das minhas fotos.


O que vos inspira?

10 de abril de 2018


O que vos inspira?
Esta é uma questão que pergunto muitas vezes a mim própria. A inspiração é uma daquelas palavras que tal como a fé servem de alimento ao meu Espírito.

Ontem, finalmente consegui arranjar tempo para dar início à minha agenda a "Joy Planner" que comprei aqui, um presente que fiz questão de oferecer a mim mesma. Tinha-a guardado para um dia que eu achasse que teria mais tempo para dedicar e dar inicio a este caderno, mas o tempo foi passando e esse dia nunca mais chegava. O que é certo é que decidi que seria naquela noite, ontem, que lhe ia prestar a merecida atenção e que se estivesse há espera do momento certo, só arranjaria desculpas!

A joy planner é mais que uma agenda, é um exercício de reflexão é uma ferramenta de auto-ajuda.
Logo nas primeiras páginas, encontrei um desafio que me obrigou a pensar: saber exatamente o que me nutre e inspira. Um bom começo, diria que a chave de tudo está logo ali ao principio. Pressenti que que eu e este bloco iríamos ser inseparáveis! Que havia ali uma alquimia.

O que me inspira? Pergunta.
Definitivamente, o campo, a natureza. Os vales verdes e as montanhas da Arrábida. As árvores, onde crescem fetos e musgo no inverno e no verão flores e frutos. O som do vento nos ramos e nas folhas. As gotas pendentes nos arbustos depois de um dia de chuva. O silêncio nos vales e o cantar dos pássaros. A imensa liberdade que sinto, quando caminho sozinha pelo campo. O cheiro da floresta e o som das minhas botas na terra. É principalmente isto que me inspira e me trás feliz para casa. 

E vocês, o que vos inspira?

(este não é um post publicitado).

Redes sociais

3 de abril de 2018

Já não vinha ao blog escrever desde o final do ano! Pois bem, este será então o meu primeiro post de 2018 o estranho é lembrar que antigamente escrevia por aqui quase diariamente. Novas plataformas digitais dão lugar a outras e se ontem o blogger era rei,  na verdade o Instagram chegou e conquistou! Quem me vai acompanhando nessa rede social, sabe que diariamente postava uma fotografia, aproveitava também a largueza para escrever simulando um outro post fingido. Entusiasmei-me pelo Instagram da mesma forma que outrora me entusiasmara pelo flickr, o que é um belo isco para quem gosta de fotografia! Com isto, passava muito tempo de conta em conta a ver por vezes repetidamente as mesmas imagens, até que me aborreci de estar sempre a perder tempo com o mesmo; contudo, não quer dizer que tenha deixado o Instagram de parte, continua a ser a minha App preferida, até que adoro poder regalar os olhos numa bonita fotografia e depois há sempre aquelas pessoas que nos inspiram. Honestamente o que aconteceu foi que aos poucos me fui desinteressando, isto porque o Instagram me estava a levar para um caminho que não era o meu. Eu quero postar com prazer e com criatividade, pois foi sempre esse o lado que escolhi para vos mostrar e não quero de modo algum fazer termos de comparação, porque razão a minha foto tem menos likes a comparar com a de outra pessoa que apenas mostrou o lado trivial de sua vida! É claro que possa existir quem pense que a minha galeria afinal de contas só mostra o lado bonitinho e perfeito e que a vida não é nada disso! No fundo, o que quero é postar quando quero e posso ou quando me sinto inspirada a mostrar algo convosco e fazê-lo por puro prazer e não porque se calhar se fizer tudo certinho a tempo e horas até vou ter mais seguidores ou não! Se no principio era assim que fazia é assim que irei continuar a fazer. Tudo ao meu ritmo e não ao ritmo das estatísticas ou do que seja...

Bom, com isto criei algumas regras básicas para o meu tempo nas redes sociais, mais concretamente para o Instagram:

Primeiro, reparei que via demasiadas vezes as mesmas fotografias. Para quem não sabe eu tenho duas contas, a da by deva e a minha conta pessoal e seguia exatamente as mesmas pessoas em ambas as contas. Então, o que fiz foi eliminar do by deva muitas das contas que seguia na minha conta pessoal, assim já não as vejo a duplicar.

Segundo: sabem quando abrem o feed e deparam-se com imagens que por vezes estão sempre a passar, porque afinal fizeram gosto naquela conta mas na verdade até nem gostam assim tanto? Pois bem, definitivamente removi essas contas. Se nunca lhes dou importância por que razão as sigo?

Terceiro: quando queremos procurar alguém que seguimos, mas não nos ocorre o nome e temos que procurar no meio de 1000 ou mais outras contas, tipo, como encontrar uma agulha num palheiro! Destralhar, também serve para limpar a casa e a nossas redes sociais.

Quarto: desmotiva a ideia de ter 1300 seguidores há mais de um ano, por mais que cries imagens bonitas para mostrar. A tua conta a cada semana ganha 10 seguidores e na semana seguinte perde nove. Abranda e posta naturalmente sem qualquer tipo de interesse no número ou expectativas.

Quinto: Se temos tempo para estar no Instagram, não nos podemos queixar que não tivemos tempo para fazer uma caminhada, ou ler aqueles últimos capítulos de um livro que falta para terminar.

Sexto: abrir a pestana e pegar logo no telemóvel, de todo, isto não é nada bom!

Décimo- não tenho que me reger ao relógio do Instagram, mas sim às minhas prioridades.

Mais umas coisas sobre o Instagram:
Não é obrigatório mas é simpático (nem que seja uma vez) retribuir um gosto ou um comentário a quem nos segue diariamente há alguns anos.
Não é bonito bloquear pessoas. Temos sempre duas opções denunciar ou remover.
A meu ver as pessoas interessam-se muito mais por quem  mostra a vida real no Instagram do que por um trabalho ou uma fotografia bonita, comparo muitas vezes o Instagram a uma novela, as pessoas que expõem as suas vidas publicamente atraem mais seguidores do que outras.
Mas não existe mal nenhum nisso, cada qual deve partilhar aquilo com que se sente bem.

O Instagram continua a ser a  minha app preferida porque através dele tenho a possibilidade de ver inúmeras coisas de temas que me interessam e aprender com tantas outras partilhas.


***Feliz Natal***

24 de janeiro de 2018


Gostaria de poder visitar e felicitar «Boas Festas» a todos os blogues que sigo regularmente, bem como as pessoas que habitualmente comentam aqui no by Deva. Este ano, cá por casa vamos ter um Natal muito simples, não houve tempo para fazer grandes decorações e preparar a casa como nos anos anteriores. Também delimitamos que este natal seria mais contido e menos consumista. Os valores verdadeiros estão presentes nos gestos, nas atitudes, na companhia e na família. Esses sim, são os melhores presentes que alguma vez poderíamos ter.

Desejo-vos a todos(as) um Natal muito Feliz!!!

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Decorações simples de Natal

12 de dezembro de 2017

Todos os anos por esta altura, de loja em loja eu costumava procurar e comprar novos enfeites para a árvore de natal e para a casa, mas hoje, aproveito o que tenho dos anos anteriores e tento eu própria criar algumas decorações. As revistas e o Pinterest são a minha fonte de inspiração, junto com a Natureza. Para decorações simples não é preciso muito! Sugiro, que deem um passeio pela floresta, ou por um pinhal e recolham alguns ramos de pinheiros, de cedros e apanhem algumas pinhas. Já em casa, reciclem frascos de vidro e enfeitem-nos com os ramos, velas, luzes, pinhas, fitas vermelhas ou verdes. Era para trazer-vos mais ideias de enfeites de Natal, mas entretanto, estou com uma grande constipação, o que me impossibilita de sair... portanto isto ficou mais ou menos a meio.
No nosso quarto, lembrei-me que tínhamos uma capa de edredon vermelha que compramos em Amesterdão! Foi o melhor pano de fundo, para vestir e colorir o nosso quarto para esta quadra. 

Para estas fotos precisei de:
frascos de vidro (usei de iogurte, os restantes estão para venda na Loja)
velas
luzes
forminhas de bolos
fitas 
ramos de pinheiro e cedro
pinhas
musgo
bagas


Outono

22 de setembro de 2017

Arrumei o verão agora é tempo de seguir em frente e abraçar o Outono! Ficou muita coisa para trás que vos queria ter mostrado, refiro-me a fotografias que não cheguei a postar, a conchas que apanhamos este verão e que ainda estão por limpar e arrumar, deixei muitas coisas a meio, mas o verão para mim é sinónimo de marasmo. Este verão o J. não tirou férias, vai gozá-las agora em Outubro, por isso com o tempo mais fresco vamos ter tempo para subir e descer a Serra constantemente! Tentarei documentar mais vezes os meus dias de Outono em Azeitão. Tenham um bom fim de semana!



Nova Loja!

6 de setembro de 2017

Venho aqui para vos contar que abri uma nova loja na plataforma Etsy. 
A ideia já andava a tomar forma na minha mente, só não sabia como fazer a coligação certa, entre o universo a que estava habituada a trabalhar e o que queria tanto trazer de novo e experimentar. Creio que consegui criar entre ambas as ideias um caminho paralelo! Pois então, a nova loja vende artigos vintage para decoração da casa de campo e estilo rústico e vende também alguns produtos feitos por mim com o mesmo fim, a decoração. Ainda me faltam alguns ajustes e revisões de texto. Começar de novo requer tempo e paciência. Espero que gostem!

Aguardo a vossa visita :)


A dois pelo nosso Campo

1 de março de 2017

Nas últimas semanas tomei coragem e pedi ao J. que me ajudasse a mudar a nossa sala. A ideia era trazer para casa um móvel que tínhamos encostado na garagem e que me ia dar imenso jeito trazer para dentro para dar espaço a arrumações. Fiquei com a leve sensação que quando voltamos para cá toda a casa tinha encolhido! Não adquirimos novos móveis, mas foi a herança que trouxe de ter vivido três anos numa casa enorme com lugar ao vazio e à falta de preenchimento. Na sala, decidi que ia fazer tudo calmamente e sem pressa e durante a semana ao meu ritmo limpei, arrumei e decorei. Entretanto, o Tomás fez o seu primeiro acampamento nos escuteiros e esteve quatro dias fora. Nós nem sabíamos muito bem como ocupar esse tempo a dois (coisa rara), decidimos então saborear este intervalo de tempo de um modo simples: dormir e acordar sem horários, fazer passeios sem hora marcada e ver filmes e séries ininterruptamente! Foram dias sem relógio em que vivemos intensamente pequenas coisas da vida. Mas, foram dias a contar o regresso do nosso pequeno gnomo!