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Dos nossos Passeios [parte dois]

27 de fevereiro de 2015


Parte dois.
Voltando ao post anterior, pretendo agora mostrar-vos as fotos que tirei de um lugar, onde não só existe um espaço que outrora seria uma fábrica de pólvora e explosivos e onde a envolvência da natureza está bastante presente ao redor deste lugar que se torna tão bonito! Para quem vive relativamente perto ou a quem suscitar interesse, vale a pena a visita. Podem levar um lanche e passar por lá uma bela tarde. Eu consegui num passeio não muito longo captar algumas imagens da natureza. Consegui ouvir num silêncio minimalista, apenas o sussurrar do som do vento e da água. Perfeito! Lentamente enquanto desci um caminho, não deixei de reparar que ao meu lado existia um grande tapete de trevos, num gesto de gratidão passei a palma da minha mão sobre as suas cúpulas, frescas e húmidas. O musgo e as eras colam-se aos muros de par em par, o musgo vence pela sua largueza, as eras vencem pela teimosia em querer subir cada vez mais alto. Existem eucaliptos cobertos por eras até ao seu mais alto ramo, a seus pés o musgo estende-se e descansa sem pressa. 

Este é sem dúvida o tema e alma do by Deva. Longe ou perto, sempre será.
É sem dúvida o melhor presente que posso receber, um passeio pelo campo, por uma serra, bosque ou floresta. Pela natureza. Infiltrar-me e envolver-me no meio, ouvir,  respirar e interiorizar o que de mais belo ela a mãe natureza tem para me dar. Receber a luz, o ar fresco, o oxigénio puro é um bálsamo físico e mental, para mim!  Em troca, agradeço sempre as vezes que consigo ter um dia assim, pleno e feliz. A natureza é a minha medicina, a minha farmácia, a melhor maneira de me encontrar comigo própria.

Dos nossos passeios [parte um]

26 de fevereiro de 2015

Quando não temos jardim ou quintal em nossa casa, partimos à descoberta de outros lugares bonitos e públicos, onde possamos passear e apreciar a natureza. A minha mãe tinha-me falado de um lugar onde tinha ido com amigas a um almoço de aniversário e que havia imenso verde em toda a área e muita água. O ideal para visitar, ver e conhecer, pensei. Aliás, andava mesmo a precisar de fugir deste quase urbano, para um lugar cujo o ambiente tivesse uns laivos de campo, de verde. Já fez um mês que lá estivemos, o tempo passa tão rápido! Esse lugar é a antiga fábrica da pólvora que fica mesmo à saída de Lisboa, no concelho de Oeiras, em Barcarena. Conhecem? Às vezes não é preciso ir muito longe para descobrirmos lugares bonitos. É muito agradável passear pelo espaço envolvente, existe um riacho o que permite que toda a vegetação se desenvolva com muita graciosidade. Existem mesas para piqueniques. Nós fizemos o nosso. Existe uma esplanada à entrada da fábrica, que imagino ser do mais agradável, naqueles dias de verão,  para um almoço ou mesmo um lanche. Muito convidativa! Também tem um parque infantil espaçoso e com diversões engraçadas cheias de manobras para as crianças. O Tomás adorou: correu, rebolou na relva, andou uns minutos no parque, procurou bicharada, explorou recintos, subiu para onde não devia, apanhou trevos e até fez surf imaginário... só me deu descanso os minutos que jogou à bola com o pai. Uma pessoa tem que levar sempre um trunfo, neste caso a bola. Tirei algumas fotografias nesse espaço de tempo, mas o mais sensato será dividir o post em duas partes, para não ficar muito longo, a parte um - a criatura imparável, a parte dois - natureza. 


informações: Fábrica da Pólvora

De onde somos

16 de fevereiro de 2015


Sei que vos cans que me repito... mas não sei eu falar-vos de outra coisa se não do mesmo, dos lugares, daqueles que nos tocam tão fundo e que mexem dentro de nós. Podemos viver em muitas casas, mas haverá apenas uma, que lhe chamaremos de nossa casa. Podemos pela vida fora nos apaixonar, mas quando o amor surge é com ele que queremos ficar. Podemos calcar cidades, países e imaginar lugares onde viveríamos uns meses, uns anos, mas na realidade quando um só lugar nos toca, esse não será meramente mais um lugar, será a nossa terra. A nossa terra, não precisa de ser aquele sitio onde nascemos e crescemos quando éramos crianças, a nossa terra é aquele lugar que sabemos e sentimos como nosso. E eu sinto a saudade crescente, de viver na minha terra!

A nossa Fé

12 de fevereiro de 2015

Ao longo destes dois últimos anos, tenho passado por momentos em que a minha cabeça pensa demais e pouco faz. Esta reviravolta da nossa mudança, da qual tanto me tem custado a habituar... Para culminar, recentemente perdi a esperança e desisti daquele que seria o meu maior sonho, voltar a ser mãe e dar um irmão/irmã ao meu filho. Há que aceitar que talvez o  meu corpo esteja velho e já não procria como da primeira vez. Para algumas pessoas a maternidade começou cedo, no meu caso começou tarde e para alguns nem começa, tenho profunda consciência disso. Isto tem-me custado muito...o desistir. E, de tanto pensar isto tinha que rebentar e lá fui parar ao hospital com uma subida de tensão arterial perigosa! Eu que sempre tive t.a. baixa... mas tudo passa e somos fortes o suficiente para aguentar, se não Deus não punha este trabalho todo no nosso caminho, como me diz uma grande amiga minha judia. Outra amiga dizia-me: que tenho de parar de pensar, fazer meditação e voltar ao yoga! Esta última é budista. Ambas queridas e boas conselheiras. Sinto que em mim tenho todas as religiões, e um Deus único. Não procuro a verdade absoluta, procuro aquela que para mim é a minha verdade. Já frequentei seminários budistas, já fiz dois retiros, já fui diversas vezes na vida a missa, a Fátima e creio que é em nós que temos que nos encontrar. Mas a fé tem que lá estar, tem de existir! Sem ela não somos nada. Sempre me fascinou a história das religiões, com um amigo persa aprendi histórias antigas e tradições, o que me levou a comprar dois volumes do Alcorão. Em tempos também aprendi com o Arun um amigo indiano outras verdades sobre o hinduísmo e a reencarnação. O Arun que deixei de ver e que ficou com os meus Cds de música de cítara e mantras. A minha amiga budista, acha esta minha visão algo perigosa. Fico contente pela sua preocupação, mas eu acho o máximo esta busca interior de querer procurar mais! Ainda que não chegue a lugar nenhum...

O ano passado encontrei dois grupos distintos na Internet de estudo online da Bíblia! São comunidades só de mulheres que se juntam para rezar e estudar a palavra do evangelho. O ano passado também me inscrevi na catequese de adultos [fiz a catequese em criança], mas não era de todo o que procurava e deixei de ir. Para quem segue o meu Instagram tem reparado em algumas fotos com a bíblia; pois então, felizmente agora leio a minha bíblia, oferecida por outra grande amiga adventista! Para melhor esclarecer inscrevi-me no grupo online "She reads Truth" e estou a gostar muito da experiência. É um grupo livre, só de mulheres, de todo o mundo, sem fins lucrativos e que apenas estuda e interpreta a bíblia. São dados planos de leitura para que todos possam acompanhar. Este grupo tem aplicações para o Ios e para o Android. O que nos permite no telemóvel ou no iPad acompanhar o plano corrente. Existe também a possibilidade de fazer um download gratuito do 365daysoftruth. Também existe uma outra comunidade online o Pursuit, eu tive preferência pela primeira. Os panos de fundo e as fotografias que ilustram o dia, são muito inspiradores, bem como os posts de mensagens no Instagram. Eu ainda estou no começo. Estou a ler o livro de Esther,  um livro muito bonito repleto de sabedoria. Podem ler o plano em inglês na apps que descarregarem ou no computador. Eu prefiro acompanhar em português na minha bíblia.

Se alguém que se interessa e faz ou procura o mesmo estudo, que partilhe aqui outros sites, ou divulgue as suas ideias. Iria gostar muito de conhecer ideias e sites semelhantes.

(desculpem a falta de acentos graves, mas teria que andar a copiar letras com acentos no google para o post ficar totalmente bem escrito. o pc continua um chato!).