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Vamos brincar as Casinhas

29 de julho de 2014

Quando estive em Amsterdam, vi pela primeira vez casinhas de madeira á venda, havia também em cru para podermos pintar. Resolvi traze-las para o by Deva, pintando-as nas minhas cores pastel preferidas: amarelo, rosa palido e azul bebé. Estas casinhas, são pequenos objectos meramente decorativos: ficam bem nos quartos dos miudos, numa prateleira de livros ou sobre uma mesa. Também servem como brinquedos, o meu filho pediu-me uma (agora duas) e leva-a para brincar com os seus bonecos. Cabem na palma da nossa mão, têm todas as arestas polidas e são muito leves. São mesmo giras! 


A vida faz sentido assim

23 de julho de 2014

Lá no alto da serra, ainda existe a esperança de um resto de paisagem verde, lá bem no cimo, onde só o vento toca e os pássaros chegam, corre o riso do mar e a voz do céu. Um dia, prometeremos subir juntos ao cume mais alto e de lá, tu e eu, alcançaremos novas conquistas, partilhas, sonhos e promessas a dois. Agora, é sobre o solo seco e árido que os nossos pés caminham juntos. Cá em baixo, mora a realidade que se confunde na terra e no pó, dos dias de verão. O sol brilha e em torno dele há luz e uma águia que voa livre e solta, e nós, apenas nós, sobre o mesmo sol e céu. Há feno dourado a fazer-nos festas na ponta dos dedos, há caminhos gastos por nós, há novos trilhos que se abrem como sopros de vento, e onde quer que andemos e qualquer que seja a estação que se veste, há esta vontade omnipresente, de te ter a Ti, sempre próximo, por onde quer que caminhemos juntos. 

De ontem e de Sempre

21 de julho de 2014

Quando olho de um dos meus lugares secretos preferidos para a serra e avisto as casas no meio do nada, penso no quanto gostaria de morar naquele lugar. Imagino a quietude, o silêncio, o som do vento e o cantar dos pássaros, das cigarras, imagino a paz única e singular, imagino tantas e outras coisas se morasse num lugar assim, como os meus olhos vêem. Aos olhos de muitos, viver isolado é sinónimo de depressão, de isolamento, de anti-social, há quem critique e não perceba e há quem necessite. Eu preciso desta proximidade, de voltar aqui e ver, sentir e ouvir o vento, os sons peculiares da natureza, da terra. 

Conheço esta paisagem desde pequena, quando o meu avô me levava na carrinha, com as mulheres do campo madrugadoras que iam trabalhar na sua quinta nos picheleiros. Lembro-me de levar blocos de papel cavalinho e sentar á sombra a desenhar, lembro-me de ouvir o som da água da nascente de cima, de passar a ponte de madeira sobre o riacho [que secou entretanto], de procurar amoras e flores no "pomarinho" [assim se chamava esta herdade dos meus avós]. Por destino, cresci frente ao mar e por destino já adulta passei a amar tanto quanto meu avô esta terra. 

Naquele tempo não havia as casas soberbas que hoje se espalham ao redor da serra, nem os condomínios. Presumo que a zona ficou altamente na moda para alguns, derivado a vinda de caras famosas, que moram em Azeitão. Há dias li, recentemente algures na internet, que caso se descubra uma praia deserta jamais se deve partilhar esse segredo, podem achar um acto de egoísmo, mas não terá o seu lado positivo? Imaginem essa mesma praia encher-se rapidamente de tolhas e chapéus de sol á beira-mar plantados? Eu guardo, não as melhores praias desertas, porque não tenho o previlégio de conhecer nenhuma, mas guardo comigo e vá com o meu marido que é ele o meu melhor companheiro, todos aquele lugares únicos de grande beleza natural que tenho descoberto na serra, são eles aquele que chamei de "vale encantado" e outros que guardo secretamente, porque são para além de tudo, o «meu santuário». 

Foram anos bons, de muito trabalho e inspiração de um by Deva diferente.

Um dia voltarei, enquanto isso não acontece, sempre que a saudade aperta venho aqui, e daqui de cima ambos prometemos que é aqui, que vamos recomeçar!

Simple food (72)

17 de julho de 2014

Hoje, uma brisa leve e fresca paira por aqui e eu e o Tomás aproveitamos a almoçar lá fora. 
Tenho andado a fazer dieta, porque os abusos dos  almoços ou jantares regados de bom vinho e pão teriam que ter consequencias, num corpo que já não é o que era. Já passei os 40 e sei que com qualquer deslize, engordo facilmente. Não pretendo ser magricela, só quero caber nas minhas roupas, sem ter de comprar mais, sem necessidade. Para isso recorri á Kate Pedro Nunes e estou a seguir a sua dieta, e a adorar as sugestões e planos! Hoje, ao almoço experimentei esta cama de bacalhau e courgette, com açafrão e ervas. Para refrescar, bebo ao longo do dia esta maravilhosa água (que já não passo sem), fresca e desintoxicante. 

Á minha frente, o Tomás devora um prato de massa como se não houvesse amanhã!!!

by Deva e Ei!Kumpel

4 de julho de 2014

A Margarida do Ei!Kumpel, entrevista todas as quartas feiras no seu blog, uma nova blogger. Uma série de perguntas e respostas, onde cada pessoa esclarece o que é para si ter um blog, a sua importância e os seus desafios. Esta semana foi a minha vez. Muito obrigada Margarida!
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